A radiografia da Seleção Brasileira de Ancelotti

 A identidade ainda não está consolidada, mas o Brasil tem a partitura na mão para tentar superar a atual 6ª posição no ranking Fifa e, com piparote da sorte, talvez até chegar à semifinal


*Spoiler: Não falamos aqui sobre Neymar. Entendemos que ele não cabe mais neste assunto de Copa do Mundo.

As duas últimas partidas antes da estreia na Copa 2026 balizaram a força da Seleção Brasileira. Um catado de jogadores talentosos acima da média, mas não os melhores do mundo, que, no conjunto podem apresentar um futebol envolvente o bastante para bater uma boa equipe, mas distante das melhores do momento.

Contra a Croácia, um bom grupo, envelhecido, a velocidade do contra-ataque e a movimentação dos atacantes criaram boa diversão e acenderam a esperança do torcedor mediano. A organização e o plano tático ruíram diante da França, com um a menos. A realidade é que não temos mais aqueles “fora de série”, capazes de virar um jogo. Ao menos, não ainda.

Uma promessa transformada pelas circunstâncias em "azarão" vê uma sequência de imprevistos que podem torná-lo uma das estrelas deste mundial. 

A análise completa da Seleção Brasileira sob comando de Carlo Ancelotti está em Ponto Incomum.


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