À Capone

A justiça de Munique, na  Alemanha, acusa o controlador dos negócios da fórmula 1 de corruptor.

Ecclestone, golpeado pela justiça alemã
O nome de Bernie Ecclestone surgiu nas investigações sobre sonegação de impostos por parte de um funcionário do banco estatal Bayern LB.

Segundo promotores alemães, Gerhard Gribkowsky recebeu  U$ 44 milhões para facilitar a venda de cotas de direitos de transmissão da categoria pertencentes ao banco para o fundo de investimentos CVC.

O dinheiro foi depositado em contas em paraísos fiscais do Caribe e no Oceano Índico em nome de empresas de fachada pertencentes à esposa de Gribkowsky.

Como funcionário público, o acusado não poderia receber pagamentos por intermediação de negócios.

Ecclestone nega ter cometido qualquer ato ilegal na transação, mas confirmou o pagamento feito entre 2006 e 2007. Segundo ele, o executivo alemão o tinha chantageado.

Gribkowsky está preso desde o ano passado, condenado a oito anos e meio de prisão por peculato, suborno e sonegação de impostos.
( com informações do Guardian)

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