Encontro criou expectativas acima do cenário real do conflito, acima da ocupação territorial
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A maior expectativa do encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin era sobre a possibilidade de um cessar-fogo definitivo entre Ucrânia e Rússia. O fim da guerra sem um dos lados do conflito na negociação não permitia projetar algo além de reduções de danos, ainda mais se o lado presente na mesa é o irredutível Putin.
O russo não disfarça sua intransigência nem tem vergonha de assustar o planeta com ameaça de utilização de armamento atômico em caso de ação direta da Otan na região.
O ministro das Relações Exteriores do cáucaso dera as letras na chegada: CCCP.
Em português, URSS, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Os sismógrafos europeus chacoalharam com a certeza de que temem algo concreto. O expansionismo, ao fim do encontro, não só se mostrou real, como inegociável.
Kiev é um frango que se come frito.
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