Campeonato Brasileiro Master

Fraudes do Banco Master descobertas pelo Banco Central envolvem  Palmeiras, Corinthians e Atlético Mineiro
Mansur, conselheiro do Palmeiras e ex-gestor da Reag (divulgação/ Reag)

O último grande corte no fluxo da fraude financeira encabeçada pelo Banco Master revelou o envolvimento de grandes clubes de futebol.

A gestora de fundos de investimento Reag, liquidada por participação no esquema de valorização artificial de ativos do Master, geria o fundo imobiliário responsável pelo financiamento da Neo Química Arena, o estádio do Corinthians responsável pela crise econômico-financeira da agremiação. O Arena FII, segundo informações da jornalista Júlia Galvão, na “Folha de São Paulo”, estava com a gestora liquidada desde 2023.

Palmeiras e Atlético Mineiro

A Reag era dirigida por João Carlos Mansur, integrante do Conselho Deliberativo do Palmeiras. Ele deixou a gestora em setembro do ano passado, após o estouro do envolvimento da empresa no esquema de lavagem de dinheiro da organização criminosa PCC.

Outro dos fundos dos quais a Reag participava, com Daniel Vorcaro, dono do Master, era o Astralo 95, usado na compra de parte da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) administradora do Atlético Mineiro.

Este fundo, segundo as investigações, serviria diretamente a DanielVorcaro.


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