Montada para se divertir, seleção com quatro atacantes começa a ganhar consistência e a se despedir de Neymar com beijinho no ombro para a xenofobia.
| Estêvão (Rafael Ribeiro/CBF) |
A apresentação diante do Senegal, em Londres, ainda carece de regularidade. Da vitória por 2 X 0 valeram mais a disposição e o comprometimento do elenco.
O que de Neymar se esperou em toda a carreira, Estêvão entrega em abundância.
A técnica e o talento estão inteiramente à disposição do grupo, criando a condição de se tornar a liderança do elenco.
Fortalece ainda esta condição a serenidade com que desfruta do estrelato aos 18 anos.
Trecho da crônica "A blitz de Ancelotti". Leia a íntegra aqui
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