O quase lá da América do Sul

 Como o Flamengo quase chegou lá, o acordo comercial com a Europa, também, e sobre o PL da Dosimetria 

Ilustração: Ponto Incomum-Lívio Lamarca /IA


Parece que tudo bate na trave, menos os pênaltis do Flamengo, que nem lá foram. À beira de um ataque de Trump, a América do Sul convive com expectativas sombrias sobre o próprio Mercosul.

Javier Milei, presidente da Argentina, troca o financiamento da liquidez de sua moeda pelo apoio à invasão ao território venezuelano. É o que falta, depois do sequestro dos navios petroleiros, já dois até este sábado (20/12).

O continente em respiração suspensa ainda pelo quase fim, quase início, do acordo comercial com a Europa, adiado agora para janeiro. A Itália resolveu juntar-se ao coro do protecionismo agrícola quando a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, já estava quase embarcando para o nosso encontro.

No limite entre a realização e o malogro, o Brasil, por si só, dá motivo para tempos melhores. Desde que não tenhamos que decidir nos pênaltis.

Ah, estes pênaltis…

A análise dos fatos da semana, sem firulas, fiz no Ponto Incomum. 

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