Crise diplomática global ocorre enquanto nova liderança em Caracas busca sobrevivência política e Trump ameaça expandir intervenções na América Latina
| Delcy Rodríguez (reprodução/Wikipédia) |
O sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, pelos Estados Unidos desencadeou uma crise diplomática sem precedentes no Conselho de Segurança da ONU, dividindo o mundo entre condenações de China e Rússia — que classificaram a ação como “bullying” e retorno à “anarquia internacional” — e celebrações de aliados como Israel e Argentina.
A controversa “Operação Resolução Absoluta”, que durou apenas 47 segundos e deixou até 80 mortos, colocou o controle das maiores reservas de petróleo do planeta em jogo, enquanto a nova liderança dos irmãos Rodríguez em Caracas busca equilibrar-se entre a sobrevivência política e as pressões de Washington.
Agora detido em Nova York e enfrentando acusações de narcoterrorismo, Maduro declarou-se inocente, um “prisioneiro de guerra”, enquanto Trump sinaliza que México e Colômbia podem ser os próximos alvos de sua agressiva “doutrina” intervencionista na América Latina.
Os detalhes do ataque inédito dos Estados Unidos à América Latina estão em Ponto Incomum.
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