Brasil registra recorde de 102,4 milhões de pessoas ocupadas e menor índice de desocupação desde 2012
Desemprego em queda histórica
A taxa de desocupação no Brasil atingiu 5,6% no trimestre encerrado em julho de 2025, marcando a menor taxa da série histórica iniciada em 2012. O índice apresentou recuo significativo de 1,0 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior (6,6%) e de 1,2 ponto percentual comparado ao mesmo período de 2024 (6,9%). O levantamento é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Ocupação bate recorde com 102,4 milhões de trabalhadores
A população ocupada alcançou o número recorde de 102,4 milhões de pessoas, com crescimento robusto de 1,2% (mais 1,2 milhão) no trimestre e de 2,4% (mais 2,4 milhões) no ano.
Desalento em trajetória descendente
O número de desalentados caiu para 2,7 milhões, representando uma redução de 11,0% (332 mil pessoas) no trimestre e de 15,0% (475 mil pessoas) no ano.
Setor privado lidera criação de empregos formais
O número de empregados sem carteira no setor privado (13,5 milhões) permaneceu estável em ambas as comparações temporais.
Setor público e trabalho por conta própria em expansão
O emprego no setor público alcançou novo recorde de 12,9 milhões de pessoas, com crescimento de 3,4% (422 mil) no trimestre e 3,5% (434 mil) no ano. O número de trabalhadores por conta própria também bateu recorde, totalizando 25,9 milhões, com alta de 1,9% (492 mil pessoas) no trimestre e 4,2% (1 milhão) no ano.
Informalidade e rendimentos
A taxa de informalidade ficou em 37,8% da população ocupada (38,8 milhões de trabalhadores informais).
O rendimento médio real habitual de todos os trabalhos atingiu recorde de R$ 3.484, com crescimento de 1,3% no trimestre e 3,8% em relação ao ano anterior.
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