Dados inéditos do IBGE revelam a diversidade de mais de 140 mil
nomes e 200 mil sobrenomes no país, com tradição e modernidade
refletidas nas escolhas dos brasileiros
Dados inéditos do IBGE revelam a diversidade de mais de 140 mil nomes e 200 mil sobrenomes no país, com tradição e modernidade refletidas nas escolhas dos brasileiros
| O Brasil real (Fernando Frazão/Ag. Brasil) |
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (4/11) os resultados de um levantamento abrangente sobre os nomes e sobrenomes da população brasileira, com base nas informações coletadas pelo Censo Demográfico 2022 . Os dados confirmam a hegemonia dos nomes Maria e José e do sobrenome Silva, mas também revelam uma impressionante variedade de opções registradas em todo o território nacional.
Os Nomes Mais Comuns no Brasil
A pesquisa identificou mais de 140 mil nomes próprios diferentes no país . No topo da lista, nomes tradicionais mantêm sua popularidade, demonstrando a força de heranças culturais e religiosas.
Ranking Nacional dos Nomes Próprios:
Maria lidera com 12,3 milhões de registros.
José é o nome masculino mais comum, com 5,2 milhões de pessoas.
Ana e João ocupam, respectivamente, a segunda posição entre mulheres e homens.
Os Sobrenomes Mais Populares
Pela primeira vez, o Censo traz um retrato oficial dos sobrenomes brasileiros, catalogando mais de 200 mil diferentes . A predominância de sobrenomes de origem portuguesa é clara no topo da lista.
Top 3 Sobrenomes do Brasil:
1. Silva: 34 milhões de pessoas (17% da população).
2. Santos: 21,4 milhões de pessoas (10,5% da população).
3. Oliveira: 11,7 milhões de pessoas.
Dados Interativos e Curiosidades Regionais
Juntamente com o levantamento, o IBGE lançou a plataforma digital "Nomes no Brasil", que permite ao público explorar os dados de forma interativa . Por meio do site, é possível consultar a popularidade de um nome ou sobrenome por estado, município, gênero e década de nascimento.
Também permite descobrir curiosidades, como a origem e o significado dos nomes, além de identificar particularidades regionais. Por exemplo, Minas Gerais é o estado com a maior proporção de pessoas chamadas Geraldo, e o município de Sem-Peixe (MG) lidera nacionalmente nesse nome .
Os dados do Censo 2022 reforçam que, embora a tradição ainda dite os nomes e sobrenomes mais numerosos, a identidade nominal do Brasil é marcada por uma rica e vasta diversidade.
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