Deputados e suplente exigiram R$ 1,6 milhão para liberar emendas parlamentares no Maranhão
Fachada do STF (Marcello Casal/Ag.Brasil)
Há cerca de 10 anos, o governo da então presidente Dilma Roussef começava a desmoronar. Parte da base do governo no Congresso, incluindo integrantes da esquerda, fazia cara de paisagem para a movimentação determinada a levar adiante a proposta de impeachment.
A desidratação do Executivo desencadeou uma sequência de ataques à Constituição e aos poderes, fortalecendo a lenda das urnas viciadas até ao quase golpe de Estado em 2023.
Hoje, quem sabe, novamente temos uma nova onda. Agora, de ataque à endêmica propina por emendas.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (17/3) dois deputados federais e um suplente do PL pelo crime de corrupção passiva.
Por 4 votos a 0, o colegiado formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.
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