Morre intelectual e artista que ensinou Brasil a rir e pensar ao mesmo tempo L.F. Veríssimo (arquivo/divulgação) Luís Fernando Veríssimo tinha pedigree, e fez jus ao talento do pai com a pena nas mãos. Com mais graça do que riso. Veríssimo mesmo quase não ria nem das joelhadas do analista de Bagé, o psicanalista cujo tratamento de choque curava qualquer tipo de crise de identidade nacional. O escritor, chargista, músico, cronista e torcedor do Internacional trespassou mídias e linguagens até tornar-se popular, sem arranhar sua privacidade ne…
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