Saci-Pererê (nanquim de Monteiro Lobato -1918)* S em dó, sem pena: No dia do Saci, prendi meus dois na garrafa! Cheguei a titubear, afinal, é uma comemoração justa, mas eles não fizeram por merecer. É sabido e notório que são capazes das mais incríveis estripulias, no entanto, é inimaginável o fôlego que têm para a traquinagem. S eria necessária uma internet inteira só pra contar o que vi desde que me meti a preservá-los, há cerca de dois anos, quando, andando pela rua, vi um grupo de crianças fantasiadas de monstros a caminho de uma fe…
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