Todo ano eleitoral é a mesma coisa. Qualquer reivindicação de trabalhadores do setor público é taxada de politiqueira, numa tentativa tornar a categoria antipática à opinião pública. Tratados como terroristas, os grevistas do transporte de massa sobre trilhos se veem de novo rotulados como praticantes do "quanto pior, melhor". A arma continua funcionando como meio de desviar o centro da questão, o reajuste salarial e as condições de trabalho. O "quanto pior, melhor", não é exclusividade da política brasileira, mas de fato…
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