O futebol franciscano apresentado pela seleção brasileira nos leva a único caminho: tratar bem o Papa para que nos conceda a graça de não ver a Argentina campeã na Copa do Mundo. Só um milagre colocará a seleção no patamar das favoritas ao título no ano que vem se continuarmos a seguir na trilha da experimentação. Não há mais tempo de formar um novo grupo com uma nova filosofia, sistema, formação e etc, caminho que vem se tentando desde o fim da Copa na África. O trabalho desenvolvido por Dunga foi desprezado. O de Mano Menezes, esquecido…
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