Crônica O rio ajudara o tempo a amansar o povoado. Esconderijo de pistoleiros e jagunços procurados por assassinatos, não queria ser encontrado. Alcançá-lo exigia cortar matas densas entre vales e chapadas ocupadas por índios com fama de hostis e canibais. Largo, profundo, naquele ponto o rio corria mais doce, lento e liso. O porto ali avançou como rua principal da cidadezinha criada. Do lugarejo, na maior parte do ano só três grandes pedras eram vistas acima da linha d’água. Entre elas passava a balsa até a estação de trem que l…
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