Mário Fernandes alega ser apenas análise pessoal documento "Punhal Verde e Amarelo"
| General Fernandes (Marcelo Camargo/Ag. Brasil) |
Durante mais de três horas de interrogatório no Supremo Tribunal Federal -STF-, o general da reserva Mário Fernandes admitiu a autoria do plano batizado de "Punhal Verde e Amarelo".
O documento detalha operações para sequestrar ou assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Sua defesa foi taxativa ao afirmar que o documento representava apenas "pensamentos digitalizados", uma análise pessoal que nunca saiu de seu computador.
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