Do negacionismo à negação

Não, cínico e debochado, virou moda

Foto: Wictor Cardoso

Na política não se lê o que é dito, mas o que o dito quer dizer. A arquitetura da oratória até há pouco exigia um tanto de perspicácia, doses de experiência e muita teoria.

Mas os tempos mudaram. Se definitiva ou temporariamente, está em discussão. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou em reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, que o mundo passa por uma “ruptura na ordem mundial” e que a “velha ordem não vai voltar”.

A presidente da Comunidade Europeia, Ursula von der Leyen, tem leitura mais amena do cenário arrepiante criado por Donald Trump. Ela diz ser apenas um período de mudanças.

Ponto Incomum tem defendido a alta probabilidade de erro de diagnósticos nestes tempos de imprevisibilidade acompanhada de manipulação descarada em velocidade ainda inédita para os humanos. É preciso mais tempo.

É fato o cinismo escancarado do discurso contemporâneo. A crença no poder dos algoritmos, é disparada a farsa e, até que se revele sua inverdade, já correu mundo. 

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