O Banco Central manteve a postura de extrema cautela em relação ao índice da inflação. Se chegou ao intervalo proposto, está, na avaliação do Copom, estagnado em patamar de incertezas. Ilustração: Pixabay A lógica do comitê sugere, na opinião de Ponto Incomum, a manutenção dos atuais 15% até março, quando o IPCA já deverá ter absorvido o impacto do 13º e da isenção do IR à base da pirâmide de rendimentos a partir de janeiro. Tudo, claro, se não houver um grande imprevisto. O caminho dos Estados Unidos nesta superquarta do mercado financeiro fo…
Copom decide por cautela diante de expectativas desancoradas e pressões inflacionárias acima da meta Ilustração: Pixabay A manutenção da taxa Selic em 15% ao ano foi decisão unânime dos nove membros. Na avaliação do colegiado, a manutenção dos juros decorre de cenário de elevada incerteza global, marcado por tensões geopolíticas e instabilidade na política econômica dos Estados Unidos. No cenário interno, o mercado de trabalho ainda poria em risco o movimento de retorno do índice ao centro da meta.
EUA priorizam mercado de trabalho enquanto Brasil busca inflação dentro da meta Ilustração: Ponto Incomum/Pixabay O Federal Reserve cortou sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira e sinalizou mais duas reduções até o final do ano, priorizando o enfraquecimento do mercado de trabalho sobre riscos inflacionários. Em contraste, o Banco Central brasileiro manteve a taxa Selic em 15% ao ano, citando inflação acima da meta e expectativas desancoradas. A decisão do Fed teve apoio da maioria dos diretores, incluindo os in…
Comitê confirma cenário com necessidade de política monetária contracionista por período prolongado (Pexel/ Iván Cauich) Em meio a incertezas sobre políticas comercial e fiscal dos EUA e tensões geopolíticas no Oriente Médio, ambiente internacional permanece volátil e exige cautela dos países emergentes. Condições financeiras globais seguem afetadas, com comportamento atípico de diferentes classes de ativos. Atividade econômica mostra moderação Economia doméstica apresenta sinais mistos, com moderação gradual do crescimento, embora mercado de…
A revista expressa nesta edição ressalta celebra a catarse que só o futebol parece provocar em tempos de intolerância, não sem deixar de mencionar a perda de bom senso aqui e alhures. Na audição. o jazz brasileiríssimo de Hélio Delmiro. Veja as matérias completas e as análises em Ponto Incomum
Decisão do Copom eleva Selic em 0,25p.p. sem perspectiva de queda no curto prazo Instabilidade externa e resiliência no setor de serviços mantém inflação acima da meta, avaliou o Comitê de Política Monetária no comunicado que acompanhou o anúncio. Veja mais informações em Ponto Incomum .
Alta de 1ponto percentual já era esperada pelo agentes financeiros. A quinta alta consecutiva eleva a taxa dos atuais 13,25% para 14,25%, o mesmo patamar do pior período da economia do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, em 2015-16. Para um governo que lida com o desgaste devido à escalada do preço dos alimentos básicos, principalmente, o Copom mira no PIB- Produto Interno Bruto - para acertar no ovo. A justificativa do comitê foi " a resiliência do nível de atividade, mercado de trabalho aquecido, alta dos gastos públicos e o…
Sede do BC - DF Banco Central elevou a taxa de juros em 1 ponto percentual. Atendendo as expectativas do mercado, a Selic vai a 13, 25%. Foi a primeira reunião do Copom desde que Gabriel Galípolo, indicado pelo atual governo, assumiu a presidência do Banco Central. A decisão foi unânime entre os nove membros do Comitê de Política Monetária. A alta taxa de juros, antídoto usual diante da ameaça da inflação, é um dos alvos constantes de descontentamento do presidente Lula. O mandatário, no entanto, já declarara que, em caso de necessidade, não…
Investidores e mercado financeiro apostam que o Comitê de Política Monetária anunciará hoje queda entre 0,25% e 0,5% da taxa básica de juros. A Selic em 14,25%, a maior desde outubro de 2015, é mantida desde julho do ano passado. A redução de 0,25% implica na queda média de 5% dos juros anuais para o consumidor enforcado no cartão de crédito ou no cheque especial. Não refresca. O cheque especial cobra em média 320% de juros; o cartão de crédito, 475%. Por mês, respectivamente, mais de 12,5% e 16%. Mais que o dobro da inflação anual, de …
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